Podia começar hoje as festas do Divino Espírito Santo, no Penedo, onde o ponto alto é passear o touro à corda pela povoação. No final do passeio o animal era morto, como se em um matadouro se tratasse. O animal era preso e um profissional espetava a faca. Não tinha nada a ver com «Touros de Morte» pois o animal não era morto na sequência de lide tauromáquica.
Este animal no dia seguinte era distribuído no chamado «Bodo aos Pobres», onde as pessoas pobres das imediações tinham mesa farta, sentados ao lado das pessoas que tomavam a sua refeição na mesma mesa como pagamento de promessas.
No seguimento das festas de Barrancos foi tudo corrido pelo mesmo diapasão, mesmo que, como neste caso, não tocassem a mesma música.
As associações de defesa do animal, ficam histéricas com os holofotes da comunicação social, onde todo o ano hibernam e nestas alturas roncam para chamar a atenção sobre os animais e sobre si próprios, quando as pessoas, neste caso específico as pessoas do Penedo, só querem perpetuar a sua história, prestando um tributo aos seus antepassados.
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