Havia um país à beira-mar plantado, que tinha um primeiro ministro que se apresentava como eng. e que depois passou a licenciado. Tinha uma pós-graduação em engenharia sanitária e depois já não tinha.
Na licenciatura obteve notas de 17 que passaram para o diploma como 18, nomeadamente em Betão Armado e Pré-Esforçado e em Projecto e Dissertação e uma nota de 17 que passou para o diploma a 16 em Análise de Estruturas. Com esta baixa de nota não se admirem se a Universidade Independente vier a ser fechada.
Esta discrepância de notas terá sido com toda a certeza algum mau funcionário, ainda que seja alguém muito produtivo, pois de boa vontade foi trabalhar a um domingo.
A cereja em cima do bolo, é que 1996, ano do licenciamento do nosso primeiro, ainda não havia licenciaturas finalizadas no curso em questão.
Estas trapalhadas só são possíveis porque há uma fobia em Portugal em relação à não obtenção de um «canudo» para a ascensão social e profissional. Só falta agora alguém chamar ao nosso licenciado, engenheiro de obras feitas, como se dizia antigamente, mas isso seria uma maldade e o homem zanga-se com facilidade. O homem sente-se importante, muito importante, está ao nível do seu homónimo Sócrates ou mais além.
Depois dos bons exemplos, acredito que para que as estatísticas sejam mais risonhas, baste fazer um teste e os portugueses fiquem com as habilitações do 9º ano ou mesmo o 12º.
Esta agora não sei se sonhei ou é mesmo verdade.
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