Sampaio pede desculpa sem usar a palavra desculpa mas não tem desculpa porque tem culpa ao que isto chegou.
Diz que: “A crucial importância política de 2011 não advém tanto de actos eleitorais que tenham ou possam ter lugar, mas sim da capacidade das principais forças partidárias em criar uma plataforma de entendimento e concertação entre si, mas também entre os agentes económicos e os parceiros sociais, para a próxima década”.
Quando havia um Governo de direita, o ex-Presidente da Repúbica, da área socialista, não teve hesitações em provocar eleições dando origem a um Executivo que provocou a crise que estamos a viver. Se as eleições fossem hoje, acredito que outro Partido ganharia as eleições, mas esta não é justificação para que aconteça no presente ou nesse passado.
Jorge Sampaio mudou de ideias. Defende agora soluções de longo prazo, que sejam criadas condições para que quem está no Poder tenha condições para governar.
Fica-lhe bem este pedido de desculpa. Pena é que não tenha coragem de pedir desculpa aos portugueses com todas as letras.
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