Em homenagem à Procissão da Nossa Senhor da Praia, que vai acontecer hoje, 30 de Agosto, e que se efectua há 120 anos, coloco aqui uma foto de 1927, da Praia das Maçãs, no cruzamento que vai para o Mindelo.
Autor: Eduardo Portugal 1900-1958
Arquivo Câmara Municipal de Lisboa
Foi há 120 anos que se efectuou a primeira Procissão de Nossa Senhora da Praia, na Praia das Maçãs.
Este ano é prevista a participação das Bandas de Colares e do Mucifal, Charanga da GNR, e o tradicional lançamento de flores por avião.
Esta procissão tem uma característica que a diferencia das outras, pois a imagem é levada até à praia, entrando no mar, como se pode ver em baixo o que, mais uma vez, aconteceu no ano passado.
Este ano, para a comemoração dos 120 anos, houve uma grande publicitação da Procissão, em outdoors, muppies e outro tipo de comunicação. Como tal é prevista a participação de uma grande massa humana, configurando uma excelente moldura de crentes. Este ano haverá com certeza, mais uma vez, uma manifestação religiosa que irá prestigiar a nossa terra e os nossos antepassados.

Queria saber também qual o valor da bolsa de estudo? O valor da bolsa é igual ao dobro..., igual ao dobro não, duplica não é..., triplica o abono de família..., quer dizer, havendo, não é assim?... é o abono da familia mais o dobro, a bolsa é igual ao dobro, do abono de família...!!! e mais um...
Talvez seja melhor seguir o link
Sem comentários...
É verdade, aqui está o post com atraso de alguns dias, mas considero este o tempo oportuno para o partilhar.
Este post vem no seguimento da minha anterior afirmação que temos muito que aprender com as vivências dos mais velhos. Basta estarmos atentos e o transmissor e o receptor estarem interessados. A tradição oral é uma forma, por vezes a única, muito importante para a transmissão e apreensão de conhecimento.
O senhor António José, nunca conheceu Alfredo Keil, e o filho, Luís Keil, era já pessoa adulta quando o nosso conterrâneo era ainda criança. Pelo que percebi este chegou a andar com o, hoje septuagenário, senhor António José ao colo.
Em conversa com o senhor António José, ele sai-se com uma frase que eu considero de muito interessante. Foi mais ou menos assim - «O filho do Alfredo Keil, o Luís, disse que o pai compôs a "Portuguesa" mais tarde aproveitada para fazer o Hino Nacional, na casa em que passava algumas temporadas em Colares.»
- Mas em qual - perguntei eu, em estado alerta, estupefacto, pois nunca antes tinha ouvido tal. Havia quem dissesse que provavelmente teria sido composto na Eugaria, ou na Praia das Maçãs, ainda que não tenha tentado averiguar se o tempo que passou nessas propriedades foi antes ou depois da obra ter sido composta.
- É a número 14, da Rua Cândido dos Reis, aquela casa que tinha uma escada exterior, a qual ficava muito bonita. - Na verdade não tenho memória dessa escada e a rua sempre foi mais conhecida como «Rua da Cruz», nomeada assim, provavelmente, por uma pequena cruz que está à esquerda no primeiro arco, como quem vai para o Penedo.
Esta é a casa que referi acima, na Rua Cândido dos Reis, 14, onde a família Keil passava algumas temporadas.
Este, aparentemente, simples papel, é porventura a obra que lhe granjeou maior visibilidade e notoriedade e Colares estará para sempre associado a ela. É a partitura da Portuguesa, mais tarde adaptada para Hino Nacional.
Para apresentar outra valência artística, das muitas, de Alfredo Keil, deixo aqui algumas pinturas que já anteriormente coloquei aqui no Estupefacto. Nesta obra de Alfredo Keil, em Colares, podemos ver à esquerda o edifício onde está hoje situado, no rés-do-chão, a drogaria e ao fundo apresenta-se a Igreja Paroquial.
Pintura de Colares, vista da Rua que vai dar à Quinta do Conde. Rua que vale, muito, a pena conhecer. O empedrado do caminho, o espaço verdejante, outro arco desembocando na Estalagem da Quinta do Conde, à direita uma excelente vista sobre a Várzea de Colares, e em frente o Palácio brasonado, que está a ser finalizado o seu restauro. Perfeitamente enquadrada na Colares Romântica de beleza impar.
Um dia destes, eu sei, eu sei, mais uma promessa, como ia a dizer, um dia destes vou colocar aqui, umas fotos desta rua, com passeio que finaliza na Quinta do Corvo, espaço de Turismo Rural.
Este é o já conhecido Pelourinho de Colares, do qual já aqui coloquei, anteriormente, uma foto de 1962. É possível vislumbrar-se o sino da Igreja da Misericórdia de Colares.
Os andores e a banda, junto ao pelourinho, enquanto o prior na traseira deste miradouro (gosto mais da expressão miracolares) de Colares, também conhecido por antigo castelo, a benzer os diversos lugares da freguesia.
A procissão já a descer, a passar junto à igreja da Misericórdia de Colares.
A procissão vista por quem vem no fim desta manifestação religiosa. Ou os carros estão a estorvar a procissão, ou então é a procissão que não facilita o estacionamento dos carros.
A Banda de Colares, que como é tradição, acompanha esta procissão que se realiza todos os anos a 15 de Agosto.
Nesta imagem, vê-se que a procissão está a ter o seu términos, na Igreja Matriz. À esquerda é possível ver o coreto, ao fundo em cima, o começo da serra de Sintra, que aqui gosto de chamar serra de Colares, ao fundo em baixo a banda e protegido pelo pálio o Prior da Paróquia de Colares, o Padre José António Rebelo da Silva.
Para o ano há mais.
Se Deus quiser.
Como maior curiosidade sobre o restauro do retábulo da Igreja da Misericórdia de Colares, pelo menos a informação que foi recebida por mais ahhh e ohhhs, foi a sua limpeza ter sido feita a cotonete e saliva. Muita paciência. Na totalidade, todas as segundas e terças-feiras, durante 2 anos. Muita paciência. E amor.
O retábulo está em excelentes condições, agora que foi restaurado com coordenação do técnico de conservação e restauro António Lopes. Uma das características da igreja que proporcionou essa conservação foi o facto de atrás do retábulo estar uma caixa de ar, o que permitiu a circulação de ar.
De qualquer forma, considero de muito interesse clicar no http://riodasmacas.blogspot.com/2009/08/visita-ao-centro-historico-de-colares.html para uma informação mais pormenorizada.
Tenho pena...
Tal como anunciado, foi possível assistir a um recital lírico, integrado nos festejos de Nossa Senhora da Assunção.
Na 1ª parte, foram intérpretes Natália Brito (Mezzo Soprano) e Ana Serro (Soprano), cantando a solo e em dueto. Gostei das suas interpretações, mas o seu ponto alto, realçado pelos aplausos, ainda mais calorosos, foi o dueto «Canticorum Iubilo» de Haendel.
Tenho pena...
Na 2ª parte, foram intérpretes Tina Costa (Soprano) e Emanuel Barbeitos (Barítono) interpretando algumas Árias a solo ou em dueto.
Francisco Sales (Organista) fez o acompanhamento integral de todas as interpretações.
A igreja teve uma excelente assistência, tanto em número de pessoas como em qualidade, estando à altura do espectáculo pois, com toda a honestidade, presentearam todos os artistas com aplausos entusiastas.
Tenho pena...
Não é demais salientar que todos os intérpretes se prontificaram a actuar gratuitamente, o que é um acto de louvar, se tivermos em conta que para levar a efeito um espectáculo desta natureza também é necessário haver ensaios, os quais também tiveram lugar.
Tenho pena...
Tenho pena de todas as pessoas que não tiveram oportunidade de assistir a este espectáculo único. Único pelo que se pôde ouvir. Espectacular também, pelo que se pôde ver, pela sua envolvência, pois a nossa igreja é de uma beleza impar, quer pelo seu traço arquitectural, azulejaria, imagens e também pelas flores especialmente presentes nesta data de festa. Especial, também pelo que se pôde cheirar, os arranjos florais por todo o espaço.
Um regozijo para muitos sentidos. Um tempo que fez todo o sentido
Tive pena... mas acredito que outras oportunidades surgirão,
No final da noite, foi uma agradável surpresa a audição da «Terceira Margem». Um grupo que faz o «casamento» entre o religioso e um tipo de música que é de uma agradabilidade intensa. Para ser mais perceptível o que estou a escrever, basta aceder ao link http://www.terceiramargem.pt/ e ouvir algumas demos da sua discografia, com ritmos modernos, agradáveis, com a mensagem religiosa sempre presente. Também estão presentes no Youtube.
As minhas promessas, que aqui deixo, vão ser a colocação de algumas fotos da procissão da Nossa Senhora da Assunção e um testemunho de alguém mais velho, que me deixou boquiaberto... ok estupefacto, porque nunca foi dada a atenção e importância que merecia, pelo menos por nós colarenses.
Hoje, dia 16 de Agosto, comemora-se o último dia dos festejos em Honra de Nossa Senhora da Assunção.
12 Horas - Missa Dominical
16 Horas - Recital Lírico na Igreja Paroquial (a não perder, digo eu)
19 Horas - Missa Dominical
22 Horas - Actuação do Conjunto «Terceira Margem»
Última oportunidade para «matar a fome e a saudade», almoçando e/ou jantando no Restaurante da Varanda, atrás da Igreja, como é costume ser designado.
Para não causar ruído, visual neste caso, conto colocar aqui, mais tarde, várias fotos da Procissão da Nossa Senhora da Assunção.
E num dia de nevoeiro, montado nos carris, vestido de amarelo, apareceu o esperado...
Depois de algumas pequenas obras, como muros para contenção de terras, o eléctrico retoma o percurso completo, de Sintra até à Praia das Maçãs.
As viagens só serão possíveis às Sextas, Sábados e Domingos, e em Novembro o percurso estará novamente encerrado, para que seja possível serem feitas as grandes intervenções.
Em 2010, os eléctricos circularão sem interrupções.
Nas fotos é possível ver que o veículo ia com lotação esgotada.
Para ver o Programa das Festas clicar aqui.
Dia 14
19h00 – Abertura do Arraial e Varanda
21h30 – Procissão dos Oragos, incorporando a imagem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, com saída da Várzea de Colares, acompanhada pela Banda da União Mucifalense.
22h45 - Concerto pela Banda da União Mucifalense, sob a regência do Maestro João Panta Nunes.
Dia 15
10h30 – Visita guiada ao Centro Histórico: Igreja da Misericórdia, Pelourinho Manuelino, Castelo (colaboração do Dr. José Cardim Ribeiro e o técnico de conservação e restauro António Lopes)
12h00 – Missa Solene
Petisca-se na tasca e almoça-se na Varanda
15h30 – Missa Festiva da Solenidade de Nossa Senhora da Assunção
16h45 – Procissão Solene presidida pelo Pároco José António, acompanhada pela Banda de Colares.
18h00 – Concerto pela Banda de Colares, sob a regência do Maestro Fernando Cosme Moreira.
Jantar na Varanda
21h00 – Cantares tradicionais portugueses pela “Tocata Lusitana”
23h00 – Música para ouvir e dançar, com conjunto “TOP 2”
Dia 16
12h00 – Missa Dominical
Na Varanda, Dia do Bacalhau (e não só), na Tasca, os petiscos habituais
16h00 – Recital Lírico na Igreja Paroquial:
Natália Brito (Mezzo Soprano), Ana Serro e Tina Costa (Sopranos), Emanuel Barbeitos (Barítono), acompanhados pelo organista Francisco Sales
19h00 – Missa Dominical
Servem-se jantares na Varanda
22h00 – Actuação do Conjunto “Terceira Margem”
(Mais uma vez retirado do http://freguesiacolares.blogspot.com/2009/08/festa-de-nossa-senhora-da-assuncao.html#links)
Integrado na Festa de Nª Sra. da Assunção, este ano festejada de 14 a 16 de Agosto.
No primeiro dia dos festejos, pelas 21H30 da Várzea de Colares, sairá a Procissão dos Oragos, na qual será incorporada a imagem de Nª Sra. da Conceição de Vila Viçosa terminando na Igreja Paroquial de Colares, sendo acompanhada pela Banda da União Mucifalense.
Breve apontamento histórico da Nossa Senhora da Conceição
A devoção á Nossa Senhora da Conceição remonta á época da Rainha Santa Isabel, sendo grande devota da Virgem Maria promove no nosso país a sua devoção.
Por volta de 1569, no reinado de D. Sebastião, a Capela Matriz de Vila Viçosa até então, dedicada a Santa Maria, sofreu uma restauração e ampliação. Sendo responsável por estas obras D. Nuno Álvares Pereira, que ai residia nos intervalos das campanhas militares. Grande devoto da Virgem Maria, consagra a Capela á Nossa Senhora da Conceição, é referido em vários documentos que D. Nuno adquiriu a Imagem em Inglaterra.
A mesma imagem teve a honra, de por previsão régia de D. João IV, ser proclamada Padroeira de Portugal, em 25 de Março de 1646. Desde então, os reis monarcas da Dinastia de Bragança, não voltaram a colocar a Coroa Real.
Em 6 de Fevereiro de 1818, o Rei D. João VI, dá nova benesse ao Santuário, erguendo-o cabeça da nova Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, agradecendo á Padroeira a resistência portuguesa às invasões francesas.
A 8 de Dezembro, a Igreja celebra a Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, dogma de fé para os crentes que consideravam Maria como Imaculada mesmo antes da proclamação do Papa Pio IX em 1894. Esta proclamação veio dar ênfase a devoção dos portugueses á Nossa Senhora da Conceição, nomeadamente os diversos Reis de Portugal. Muitos foram os Reis que se ajoelharam diante da Virgem Imaculada pedindo-lhe protecção.
(Na nossa Paróquia é Padroeira do lugar da Ulgueira cuja Igreja tem o Seu nome)
Fonte: http://paroquiadecolares.blogspot.com/2009/08/nossa-senhora-da-conceicao.html
O ministro foi ao Sudoeste, sem gravata e com as fraldas de fora. Digamos que são pormenores que não são deixados ao acaso. Parece que estava a dizer «votem em mim que eu sou um dos vossos».
Afinal tenho algo em comum com o homem. Como ele também gosto dos Deolinda. Já agora aqui deixo uma letra dos ditos.
Fon Fon Fon dos Deolinda
Olha a banda filarmónica,
a tocar na minha rua.
Vai na banda o meu amor
a soprar a sua tuba.
Ele já tocou trombone,
clarinete e ferrinhos,
só lhe falta o meu nome
suspirado aos meus ouvidos.
Toda a gente - fon-fon-fon-fon -
só desdizem o que eu digo:
"...Que a tuba - fon-fon-fon-fon -
tem tão pouco romantismo..."
Mas ele toca - fon-fon-fon-fon -
e o meu coração rendido
só responde - fon-fon-fon-fon -
com ternura e carinho.
Os meus pais já me disseram:
“Ó Filha, não sejas louca!
Que as Variações de Goldberg
p'lo Glenn Gould é que são boas!”
Mas a música erudita
não faz grande efeito em mim:
do CCB, gosto da vista;
da Gulbenkian, o jardim.
Toda a gente -fon-fon-fon-fon.
só desdizem o que eu digo:
"... Que a tuba -fon-fon-fon-fon-
tem tão pouco romantismo...”
Mas ele toca - fon-fon-fon -
e cá dentro soam sinos!
No meu peito -fon-fon-fon-fon-
a tuba é que me dá ritmo.
Gozam as minhas amigas
com o meu gosto musical
que a cena é “electroacústica”
e a moda a “experimental”...
E nem me falem do rock,
dos samplers e discotecas,
não entendo o hip-hop,
e o que é top é uma seca!
Toda a gente -fon-fon-fon-fon-
só desdizem o que eu digo:
“... Que a tuba -fon-fon-fon-fon-
tem tão pouco romantismo..."
Mas ele toca -fon-fon-fon-fon-
e, às vezes, não me domino.
Mando todos -fon-fon-fon-fon-
que ele vai é ficar comigo!
Mas ele só toca a tuba
e quando a tuba não toca,
dizem que ele continua;
que em vez de beijar, ele sopra...
Toda a gente - fon-fon-fon.fon -
só desdizem o que eu digo:
“... Que a tuba - fon-fon-fon-fon -
tem tão pouco romantismo...”
Mas ele toca -fon-fon-fon-fon-
e é a fanfarra que eu sigo.
Se o amor é fon fon fon fon
que se lixe o romantismo!
Composição: Pedro da Silva Martins
Este ano, vamos ter festejos com mais valências, o que vai agradar a mais pessoas, até algo que não é costume ser contemplado neste tipo de festividades, mas que este ano conto assistir. História, a nossa História.
Já há publicidade espalhada, basta estar atenta(o) e procurar mais informação. Para a semana conto colocar aqui o programa. De qualquer forma se tiver dificuldade em encontrar o papel, basta clicar no meu link à direita, no ParóquiaColares na categoria Vizinhos.
Outra boa notícia é que o restaurante da Varanda, atrás da Igreja, que tanta fama e proveito teve, vai servir jantares 6ª feira 14 de Agosto e almoços e jantares no sábado e domingo.
7 de Agosto
18h00 Abertura do Arraial
22h00 Baile com o Grupo Ténis Bar
8 de Agosto
18h00 Abertura do Arraial
22h00 Concerto com o Grupo Ritmos da Terra
23h30 Concerto com o Grupo Rocktulos
23h45 Monumental Vacada Nocturna
9 de Agosto
16h00 Abertura do Arraial
18h00 Missa Dominical
22h00 Concerto pelo Grupo A Corda
23h30 Concerto pelo Grupo Rocktulos
10 de Agosto
15h00 Chegada da Banda 1º. Dezembro de Encarnação – Mafra
16h30 Missa Solene celebrada pelo Pároco de Colares, Padre José António Silva, seguida de Procissão Solene que percorre as principais ruas, com paragem no miradouro para a tradicional Bênção do Mar e de Barcos de Pesca e Nadadores Salvadores das praias vizinhas que ali se deslocam para receber a bênção.
22h00 Baile com o Grupo Top 2
23h30 Monumental Vacada Nocturna
11 de Agosto
18h00 Abertura do Arraial
22h00 Baile com Grupo Trio Clave
Retirado do: http://freguesiacolares.blogspot.com/2009/08/festa-de-sao-lourenco-azenhas-do-mar.html#links
Afinal o meu próximo, este, post não é sobre um exemplo do conhecimento que é possível adquirir com os mais velhos. Velhos não no sentido pejurativo mas no de sábio, sentido que caiu em certo desuso.
Uma razão deste meu dito por não dito, é que «estupefacto» saiu na 1ª página do semanário Sol.
Claro que não foi «o» Estupefacto, palavra esta que me é querida e familiar.
O título da capa do jornal é «Cavaco "estupefacto" com decisão do Governo».
Aparentemente, José Sócrates tinha um compromisso com Cavaco Silva para reconduzir o professor João Lobo Antunes no Conselho Nacional de Ética, mas isso não só não se verificou como não foi dada nenhuma explicação à Presidência da República.
(Este texto é retirado do Sol online)
Sem comentários. De verdade mesmo, não faço comentários.
A segunda razão, para dar o dito por não dito, é que vou copiar ao Notícias de Colares, depois peço desculpa aos autores do blog, a publicitação das Festas de São Lourenço nas Azenhas do Mar. Como quero dar um maior destaque vai ser o post seguinte.
Terceira e última razão, vou colocar o post que queria, colocar hoje, no princípio da próxima semana para não criar ruído ao programa de festas e ficar com maior destaque durante algum tempo.
Gosto, também, de falar com os mais velhos. Gosto de lhes pedir emprestada a sua sabedoria, que foram cultivando com o passar dos anos. E eles gostam de partilhar essa riqueza, estejamos nós disponíveis para colher essa cultura. Mas, claro está, é preciso saber escolher o terreno, pois terras há que poucas sementeiras fizeram e como tal pouco têm para oferecer.
É uma forma de transmissão do conhecimento que devia ser mais valorizada.
O meu próximo post será o exemplo de uma colheita que considero de uma importância muito interessante, ainda que seja baseado no ouvir dizer.
Eu ouvi, essa pessoa, que ouviu de outra pessoa. Mas acredito que são fontes fidedignas.
Inicialmente era para colocar as duas fotos, sem qualquer comentário, só com o título. Mas, quando estava a visualizar o post, e ao olhar para o título, fiquei na dúvida se deveria escrever feito, ou feita.
Afinal Colares é masculino ou feminino? Por vezes há questões que se nos colocam com maior acuidade quando estamos a escrever, pois as palavras sonorizadas levam-nas o vento.
Se for um colar de pôr ao pescoço, um objecto, será masculino, ainda que maioritariamente usada pelas femininas ;) mas Colares é uma vila.
Colares também é feita de detalhes.
Imagem de 1960, à entrada de Queluz, onde se pode ver a tabuleta de entrada da localidade.
Numa breve pesquisa na internet, descubro que a FNPT foi a Federação Nacional dos Produtores de Trigo, já extinta, sendo estes previsivelmente seus armazéns. Hoje custa a acreditar, mas Queluz já foi zona predominantemente agrícola.
Foto de: Augusto de Jesus Fernandes
Arquivo Câmara Municipal de Lisboa
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