Bastou uma pequena trovoada para que o meu computador ficasse KO. Ainda está de baixa, tenho dúvidas se só tem um neurónio, que fundiu ou trabalha mal, como o Jaime Pacheco, ou não funciona bem, como o Mourinho.
Vou tentar reanimar este animal o mais depressa possível.
Até já...
A insuficiência cardíaca afecta mais de 250 mil portugueses, com a mortalidade provocada por esta doença a ultrapassar já a do cancro.
Segundo a médica Teresa Rodrigues, por detrás da insuficiência cardíaca estão os maus hábitos de vida, como o sedentarismo, a falta de exercício físico, excesso de peso ou uso abusivo do sal (TSF).
Com o Benfica a vencer por 1-0 o Dínamo de Bucareste no jogo desta noite a contar para a Taça UEFA, mas a marcar somente aos 89 minutos também não ajuda nada.
...prometo que este mês vou postar algo, que deu brado na freguesia de Colares, noticiado na comunicação social nacional e penso que internacional quiçá interplanetária.
Estou a exagerar, mas só um bocadinho.
Penso eu de que...
Eu votei Não, como é fácil de depreender dos posts anteriores.
Mas pelo resultado conseguido pelo Sim, concordo que é justo que haja a mudança da lei, não pelo facto de terem conseguido quase 60% das pessoas que se dignaram ir votar, mas porque se 50% mais 1 é vinculativo, e como 25,33847% da totalidade dos eleitores portugueses votaram Sim, então se 25% de portugueses tivesse votado Não, o número de pessoas que tinham votado Sim poderia ser o mesmo e ter-se-ia chegado a um valor superior aos 50% mais 1.
RESULTADOS: em 3 quadros
Total do País, depois do Concelho de Sintra e por fim Freguesia de Colares
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| Opções | Votos | % |
| Sim | 2238053 | 59.25 |
| Não | 1539078 | 40.75 |
Percentagem calculada sobre votos validamente expressos (brancos e nulos excluídos)
Resultados no Concelho de Sintra
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| Opções | Votos | % |
| Sim | 94778 | 75.58 |
| Não | 30629 | 24.42 |
Percentagem calculada sobre votos validamente expressos (brancos e nulos excluídos)
Resultados na freguesia de Colares
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| Opções | Votos | % |
| Sim | 2004 | 71.49 |
| Não | 799 | 28.51 |
Percentagem calculada sobre votos validamente expressos (brancos e nulos excluídos)
Quando o Benfica joga sem garra, não consegue dominar o seu adversário a menos que este esteja muito debilitado, mas contra o Benfica todas as equipas se agigantam. Ainda mais quando a Taça coloca em compita equipas de divisões diferentes, sendo muitas vezes o jogo da época para as equipas chamadas mais fracas, onde todas as energias são direccionadas para esse momento.
Se a águia não utiliza as suas garras não consegue manietar a sua presa, podendo quanto muito ir dando umas bicadas as quais dificilmente são solução para levar de vencida uma competição.
Se o Sim ganhar e se o aborto for realizado para além das 10 semanas, voltamos ao sistema antigo e a mulher vai ser julgada em Tribunal?
O problema do aborto será integrado no Sistema Nacional de Saúde? Haverá também listas de espera? E se a espera fizer com que o aborto se realize para além das 10 semanas, quem é que vai a julgamento a mulher ou o médico?
Todos as sondagens dão a vitória ao Sim, mas o Não tem vindo a ganhar terreno. Se considerarmos que os jovens votam maioritariamente Sim e são os que mais facilmente desmobilizam, penso que está tudo em aberto.
Ficam todos boquiabertos, ou estupefactos, quando alguém tenta arranjar outra solução que não a prisão para quem cometeu um aborto, mas eu fico mais surpreendido quando alguém sugere arranjar salas de chuto, nas próprias penitenciárias, para que de uma forma mais higiénica e controlada, seja consumida a droga que foi, muitas vezes, a razão principal de terem sido presos.
Se é contra a lei, e podiam drogar-se na prisão, então iriam ser presos novamente? E quem fornecia a droga?
Redireccionando novamente este post para o tema em título, penso que vai haver tantos referendos até que o Sim ganhe. E quando finalmente o Sim ganhar, sendo no domingo, no próximo referendo ou no outro, acabam-se os referendos ou, este cenário pode acontecer, se um partido mais à direita algum dia for governo, haverá novo referendo para tentar chegar novamente ao Não?
Se há dúvidas em relação ao que está na barriga da mãe, se é ou não um ser humano, se há dúvidas, basta esperar mais umas semanas e acredito veementemente que nascerá um ser humano e não um gato ou um cão...
Já está consignado na lei a possibilidade de em casos específicos ser feito o aborto, se não for suficiente, se houver casos a ser estudados, nenhuma lei é perfeita como tal pode evoluir.
Vou fazer um exercício de memória, como tal se falhar alguma cor, desculpem qualquer coisinha.
Há 2 outdoors que gostava de opinar...
Há um que apela ao não, em que aparece com o fundo a negro, associado ao luto, e as letras aparecem a vermelho rosa, associando de forma negativa o partido do governo que apela ao sim, lembrando o derramamento de sangue, e no fim a frase que apela ao não, aparece como se fosse escrita por uma criança, que é o que está mais próximo do feto, alguém que não existiria se tivesse sido alvo de um aborto.
O outdoor do PS, o anterior não me lembro quem é o promotor, como ia a escrever, o do PS, aparece como cor forte o verde, associada à esperança, liberdade, em oposição à cadeia para as mulheres que fizeram aborto, as letras a branco, cor associada à pureza, contrariando a carga negativa de tirar a vida, ou não deixar que chegue a bom porto, ao seu nascimento, e o amarelo que transmite o optimismo num bom resultado.
Como todos sabemos as cores, fazem veicular a mensagem e neste caso concreto foram bem utilizadas.
Hoje de manhã quando me preparava para ouvir novamente «O Amor É», oiço uma declaração na Antena I em que diz que o programa não vai para o ar, pois sendo Antena I obrigada ao serviço público, os intervenientes no programa não podiam fazer os comentários que fizeram.
O programa continua na 2ª Feira.
Fico na expectativa para ouvir os comentários dos autores do programa.
«Obviamente demitimo-nos»?
Há um programa na Antena I, penso que se chama «O Amor É...», em que uma feminina introduz o tema, e o masculino vai desbobinando os seus comentários. Ele é apresentado como professor, penso que é psicólogo e criaram alguma intimidade nos seus comentários originando-me boa disposição o que me costuma dar alguma energia pela manhã.
Hoje 5ª feira e amanhã (hoje pois já passa da meia noite), os 2 últimos dias da semana apresentam os seus argumentos referente ao aborto e por sorte ou azar ambos vão botar a cruz no «Sim». Como está na moda, não se dá possibilidade ao contraditório de opinar. Sabendo que o programa tem um compacto no fim-de-semana, e se não se puder fazer campanha nas últimas 48 horas, se é que para o referendo também é assim, será que o compacto vai para o ar na versão completa ou vai haver alguém com o lápis azul em punho???
Penso voltar ao tema.
(De preferência ainda nesta 6ª feira)
O dermatologista Larguito Claro, termina dia 9 de Fevereiro, daqui a 2 dias, a sua comissão de serviço como director clínico do hospital distrital de Faro, e já fez história.
Os algarvios estão a acorrer em massa às urgências. Como o hospital não tem capacidade para receber os doentes todos, o hospital não liberta as macas para as ambulâncias poderem ir embora. Assim os doentes ficam a encher as salas, nas camas improvisadas, passando também para os corredores e quando está tudo cheio os utentes ficam nas próprias ambulâncias, podendo estas serem consideradas como extensões das urgências do hospital.
O espaço fica assim mais Larguito pois Claro.
O jornalista deverá ser o indivíduo que procura a notícia e a veicula sem dar a sua opinião.
Quando uma jornalista francesa vem fazer a cobertura do referendo ao aborto, e diz que Portugal tem a lei mais restritiva, que está ao nível de Malta, Chipre e Irlanda, sendo um sinal de atraso, não pode ser o veículo ideal para informar.
Por muito boa profissional que seja, denota provavelmente pouca inteligência, ou está a passar um atestado de mentecapticidade aos seus leitores, pois está a dizer que vai dar a notícia segundo a sua consciência, e os franceses não estarão interessados na sua opinião, ou não valeria a pena deslocar-se a Portugal. O importante é a opinião dos vário actores como são todos os intervenientes neste processo e que têm algo a dizer, pois somos todos nós, portugueses, que vamos decidir, segundo a nossa consciência.
Não é um estrangeiro que me vai dizer como devo votar.
Penso voltar ao tema.
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