Hermínio Loureiro pode tomar posse na Liga, sucedendo a Valentim Loureiro.
É caso para dizer que os Loureiros pegaram de estaca.
No que diz respeito ao Benfica, o clube a continuar com estes resultados, bons para os rivais, o próximo passo será a Direcção do Clube vir a terreiro dizer que Fernando Santos tem toda a sua confiança, o que é uma afirmação muito grave para o treinador, pois é conhecida como a frase ultimato, «ou aparecem resultados positivos ou então...».
Há quem diga que melhor negócio que vender chapéus de chuva à porta dos estádios, quando está com «cara» de ir chover, é vender lenços brancos quando o Benfica joga.
Bolas, esta piada fatela, que inventei agora, até a mim me custa a «engolir».
Estava eu a «zappingar», passei e parei em uma estação de rádio, Nossa será?, passava já da uma da madrugada. Um sotaque brasileiro, tocava em vários problemas que aflige muitas pessoas, a falta de emprego, a doença, droga etc. apresentando então, alegados?, contributos de quem tinha solucionado seus problemas, sendo a solução apresentar-se na sua Igreja.
É um programa que passa na hora certa, quando a angústia e a solidão é maior, sendo ouvido avidamente, representando um braço protector.
Em oposição, já ouvi um padre, da religião católica, que tinha o seu próprio programa, mas este senhor carregava desenfreadamente nos «r», parecendo uma caricatura do que devia ser a comunicação de quem quer chegar realmente ao seu público e passar a sua mensagem.
Mudando um pouco de assunto, mas continuando no mundo da rádio, a TSF já foi e talvez ainda continue a ser a minha rádio de eleição, mas a perder pontos rapidamente para a Antena1.
A TSF era essencialmente uma rádio de debate, entrevista e outro tipo de informação, o que valha a verdade ainda continua a ser, mas de modo menos acentuado. Querendo massificar a sua audiência, para ter mais ouvintes, começou a passar mais tempo de música, ficando talvez uma emissão mais barata, mas também mais igual às outras.
Tão importante como ter uma grande audiência, é ter o seu próprio target fiel, onde os anunciantes querendo comunicar algo, teriam de publicitar na TSF.
Há uma Escola, em que o seu lema dizia mais ou menos assim, «Se formos apenas mais uma escola, seremos uma escola a mais», e isto aplica-se a tudo na vida,
ou não...
Realizou-se hoje a homenagem a Almerindo Augusto Ferreira Lavrador.
No momento em que foi pedido ao Terno da Fanfarra do Exército que executasse o «Toque aos Mortos», veio um sinal dos céus, todos os chapéus se abriram para se abrigarem das «lágrimas» em forma de chuva.
No meio de toda aquela gente, que quis estar presente nesta homenagem, era fácil saber quais as pessoas que estiveram na Guerra Colonial, pelos seus olhos vermelhos de sentimentos contidos.
Pela primeira vez estou a reproduzir um post, neste caso do Vitalino Cara D'Anjo, que faz referência à homenagem que vai ser feita a Almerindo Augusto Ferreira Lavrador, «homenagem que se vai realizar no próximo Domingo dia 24, no Mucifal, evocando a memória do companheiro caído na Guiné em 24/09/1966».
INFO
A memória que tenho do tempo da guerra, era os comentários que as pessoas mais velhas faziam quando olhavam para nós rapazotes «coitados, carne para canhão», havendo muitas mães que preferiam ter filhas.
Felizmente quando fui às «sortes», já a guerra tinha acabado.
Na minha opinião, à geração que viveram os horrores de terem combatido na guerra colonial, não lhes foi reconhecido e valorizado o sacrifício, que os condicionou para o resto das suas vidas. Esta é sem dúvida uma justa homenagem a alguém que morreu na guerra, mas que, claro está, se estende a todos os que nela participaram.
O primeiro-ministro Húngaro mentiu acerca da situação económica do seu país para ganhar as eleições legislativas de Abril passado.
É realmente um grande privilégio nosso, os políticos em Portugal não mentirem.
Neste duelo, entre o «Expresso» e o «Sol», que esta semana se inicia, o jornal «Expresso» parte na frente, pois é o líder de mercado, tem um público fiel e tem o seu próprio distribuidor, a empresa VASP, que distribui os vários projectos editoriais da proprietária deste semanário.
A uma semana do aparecimento do semanário «Sol», fazer um rejuvenescimento gráfico e de conteúdo de tal grandeza no jornal «Expresso» pode ser considerado um acto de coragem ou de loucura, mas também as moedas têm 2 faces. Este jornal está agora mais arejado, trata os temas com menor profundidade, perdendo um pouco a sua identidade, factor importante de reconhecimento para os seus leitores.
Segundo uma «sondagem à boca das urnas», no momento em que estava a comprar o meu exemplar, as vendas do «Expresso» eram superiores à do semanário «Sol». Mas fiquei com a «pulga atrás da orelha» quando ouvi uma cliente perguntar: «O saco já tem o DVD, não tem?».
O meu caso é de certa forma semelhante. Comprei um DVD por 2,80 Euros e deram-me grátis o jornal «Expresso». Outro DVD que vou comprar é «Os Condenados de Shawshank », a 14 de Outubro e receber novamente de oferta o jornal «Expresso».
Já fui leitor compulsivo do «Expresso», dando razão ao seu slogan «Nunca mais é Sábado». Ainda que desta leitura retirasse cada vez menos prazer, como em qualquer vício, de início foi difícil deixar de consumir.
Acredito que este meu consumo esporádico, não me vai deixar «agarrado» novamente.
«Quero entrar na vida política...
e porque não Sintra?! Pretendo conseguir equilibrar estas assimetrias todas. Sintra é a Vila, é Colares, é Almoçageme, mas também é o Cacém, Mem Martins, Queluz.
É uma paixão que vou querer concretizar. É muito importante podermos melhorar a qualidade de vida das pessoas e isso é possível gerindo uma autarquia. A política abrangente não chega às pessoas. E não me venham dizer que quero poleiro, porque não se compara o que ganho na televisão com o que se ganha numa Câmara.»
Este é um pequeno excerto de uma entrevista que saiu no Magazine Cultural de Sintra, «As Cidades e a Serra» Número 38 . Novembro de 2005.
O homem realmente anda a fazer o trabalho de casa, pois já é a quinta vez que oiço ou leio entrevistas suas e o tema vem sempre à baila. O seu grande argumento da sua mais-valia é que quando faz algum programa em exteriores, arrasta multidões, toda a gente gosta dele. Já estamos a ver que o Marco Paulo também é sério candidato, a Mónica Sintra idem, ficando o eleitorado sem saber quem irá eleger.
«O carro em que seguia o ministro da Economia, Manuel Pinho, foi apanhado este sábado numa operação stop quando circulava a 212 quilómetros/hora.»
Já sabemos que ninguém vai «puxar as orelhas ao senhor», pois o ministro disse que ia atrasado para uma reunião com o presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, alegando serviço urgente de interesse público, sendo esta uma excepção prevista na lei.
Fica então a pergunta, por que é que não começou a viagem mais cedo?
Esta notícia só vem reforçar o que disse no meu post «Ovo de Colombo», onde facilmente ficaria resolvido o problema das «pressas».
Este post vem um pouco atrasado, mas tive um pequeno desentendimento com o meu computador, mas pela minha parte já o perdoei.
Já ouviram falar de Teseu?
Foi o lendário herói grego que matou o Minotauro no Labirinto da ilha de Creta. (Saber mais). Os atenienses resolveram preservar o barco de Teseu, como homenagem.
Com o passar dos anos, as madeiras foram apodrecendo e consequentemente substituídas, até que já não havia nenhuma de origem.
A pergunta filosófica era se se podia dizer que era este ainda o «Barco de Teseu».
Alguém tem opinião???
Se as nossas células se regeneram continuamente, para «substituição de células mortas ou lesadas, por novas células idênticas às originais», passado algum tempo o nosso corpo está diferente do original.
Será que somos a mesma pessoa que existia por exemplo no ano passado???
A maioria das empresas nacionais já está, ou deveria estar, familiarizada com a chamada «análise SWOT», técnica de diagnóstico que visa identificar as forças («strengths», em inglês), fraquezas («weaknesses»), oportunidades («opportunities») e ameaças («threats») das empresas.
Os espanhóis, com o seu nacionalismo, traduzem tudo o que podem. Assim a tradução de «swot», fica: «F» de «fortalezas», «O» de «oportunidades», «D» de «debilidades» e «A» de «amenazas».
Quando ouvem isto pela primeira vez, em alguma reunião ou congresso mais solene, os gestores portugueses ficam, no mínimo, a pestanejar de estupefactos.
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