Soubesse eu conjugar as palavras por forma a que cada letra reflectisse um tom que conjugados tomassem formas e cores em tela e pudesse assim alto e bom som dizer o sentimento que pela minha Terra tenho. Ai se eu soubesse. Ai assim pudesse.
Sábado, 10 de Outubro de 2009
Discorrendo sobre 22 atrás da bola

Se nos reportar-nos há uma boa dúzia de anos, sempre a selecção nacional teve o seu «salvador da pátria».
Tínhamos o Futre, que era «ele e mais 10», o Figo que quando não podia jogar era o «valha-me Deus» e agora o Cristiano.
Se nos reportarmos a este último jogador que referi, o que nos «salta à vista» é que está sempre a fazer as suas fintas, muitas das vezes desnecessárias, com necessidade de rematar muito à baliza, mesmo que não seja ele quem está em melhor posição de marcar, pois o que aparece nas primeiras páginas dos jornais desportivos é que determinado jogador marcou golos e não aquele que fez as assistências para golo.
O que diferencia estes últimos jogos do tempo do «sargentão» é que Queiroz lhe tentava continuamente minar o seu percurso desportivo, ainda que a selecção conseguisse os seus objectivos e agora temos um seleccionador que nos obriga a fazer algo que já não fazíamos há alguns anos. Fazer contas. Como já não estávamos habituados a fazer este tipo de operações, temos de começar a utilizar a máquina de calcular.
Porquê?
Por que é que perdi tempo a escrever o anterior parágrafo?
O senhor Queiroz disse a data altura da sua vida, que não era saloio. Como se saloio fosse algo pejorativo. Não gostei.
Há pessoas que estão sempre disponíveis a dar uma facadinha nas costas de alguém, para tentar ficar com o seu lugar e infelizmente muitas das vezes não está à altura das responsabilidades. Também não gosto.
Qual é o senhor que se segue?
Agora uma historieta estupefacta. A mãe de uma pessoa minha conhecida, quando lhe explicaram, sumariamente, que o futebol é um jogo onde estão duas dezenas de pessoas a correr atrás de uma bola, por vezes com empurrões e pontapeando-se entre si, tentando enfiá-la num rectângulo com redes a que chamamos balizas..., perguntou em tom de quem não tinha percebido muito bem: «Então, mas por que é que não dão uma bola a cada um? Assim não se cansavam tanto e eram mais amigos».
Isto é que é sabedoria.



estupefactado por NunoCosmeMoreira às 12:37
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