Soubesse eu conjugar as palavras por forma a que cada letra reflectisse um tom que conjugados tomassem formas e cores em tela e pudesse assim alto e bom som dizer o sentimento que pela minha Terra tenho. Ai se eu soubesse. Ai assim pudesse.
Terça-feira, 22 de Julho de 2008
Metáfora Colares

Para mim é óbvio que esta foto encerra uma metáfora. Alguém quer ajudar a descerrá-la?

 

A minha versão, a minha metáfora, é que Colares é uma marca forte, nobre, coroada pelas flores, onde toda a gente quer ter a sua casa, mesmo que seja de férias. Mas é uma nobreza arruinada, representada na foto pela parede sem reboco, onde há muito para fazer e talvez pelo facto de ter pouca população não tem a atenção que merece pelo seu presente e pela sua história.
Acredito que se irá projectar no futuro, o resultado do esforço e trabalho de todos aqueles que sentem em Colares as suas raízes que irão cada vez mais frutificar e florescer.
Em baixo fui reproduzindo os comentários recebidos, todas eles muito interessantes. Isso só prova que me enganei quando disse que era óbvio que a foto encerrava uma metáfora. Encerra várias, consoante as vivências interesses e gostos próprios, de quem comenta. Vou esperar para ver se mais alguém quer enriquecer este espaço, descerrando a sua própria metáfora. Já agora, alguém sabe onde está esta tabuleta? É a tabuleta que anuncia Colares na chamada «Estrada Velha» que vem de Monserrate, ou «Estrada Nova da Rainha».

 

De Nuno Saraiva a 22 de Julho de 2008 às 21:25
Terá a ver com os tijolos??
 
De Nuno Saraiva a 22 de Julho de 2008 às 21:38
E que tal Colares os tijolos com cimento?
 
De Bernardo a 23 de Julho de 2008 às 10:38
será "brincos de princesa" (as flores) e "Colares" (de colocar ao pescoço)? Retratando uma pessoa?
 
De Bernardo a 23 de Julho de 2008 às 10:39
Uma pessoa neste caso uma princesa chamada Colares?
 
De Tinto a 24 de Julho de 2008 às 14:22
Será por o muro não estar rebocado e ter que se colar qualquer coisa para não ficar com os tijolos à mostra? Ou será que é para autorizar a colares publicidade?...
 
De Ricardo a 1 de Agosto de 2008 às 11:48
Coroa de flores sim, numa princesa chamada Colares. Sentada na areia, ela comtempla o mar, protegida pela sombra da terra. Tem cabelos de floresta, autóctones e exóticos, mas cortou os últimos com medo de serem queimados pelos incêndios. O rosto está junto ao mar, o cabelo na vila e o corpo, o doce corpo, sobe até Mafra. Colares de Sintra, assim se chama a princesa, ameaçada pelas invejas de pequenos autarcas e protegida pela sorte dos audazes. Sobrevivente de uma nobreza arruinada, mas com gostos de classe média. Bela, profunda, mas vestida de forma superficial para enganar aqueles que se contentam com uma breve carícia. Essa é a minha metáfora. Alguém quer conhecer esta Colares?

 


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estupefactado por NunoCosmeMoreira às 19:45
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9 comentários:
De Nuno Saraiva a 22 de Julho de 2008 às 21:25
Terá a ver com os tijolos??


De Nuno Saraiva a 22 de Julho de 2008 às 21:38
E que tal Colares os tijolos com cimento?


De Bernardo a 23 de Julho de 2008 às 10:38
será "brincos de princesa" (as flores) e "Colares" (de colocar ao pescoço)? Retratando uma pessoa?


De Bernardo a 23 de Julho de 2008 às 10:39
Uma pessoa neste caso uma princesa chamada Colares?


De Tinto a 24 de Julho de 2008 às 14:22
Será por o muro não estar rebocado e ter que se colar qualquer coisa para não ficar com os tijolos à mostra? Ou será que é para autorizar a colares publicidade?...


De Bernardo a 30 de Julho de 2008 às 00:04
estava dificil de desvendares esta tua grandiosa metáfora...tive que te dar de jantar para me fazeres este favor!


De NunoCosmeMoreira a 30 de Julho de 2008 às 00:53
Tenho razão? Estás disponível a dar o teu contributo para a frutificação e florescimento...?


De Ricardo a 1 de Agosto de 2008 às 11:48
Coroa de flores sim, numa princesa chamada Colares. Sentada na areia, ela comtempla o mar, protegida pela sombra da terra. Tem cabelos de floresta, autóctones e exóticos, mas cortou os últimos com medo de serem queimados pelos incêndios. O rosto está junto ao mar, o cabelo na vila e o corpo, o doce corpo, sobe até Mafra. Colares de Sintra, assim se chama a princesa, ameaçada pelas invejas de pequenos autarcas e protegida pela sorte dos audazes. Sobrevivente de uma nobreza arruinada, mas com gostos de classe média. Bela, profunda, mas vestida de forma superficial para enganar aqueles que se contentam com uma breve carícia. Essa é a minha metáfora. Alguém quer conhecer esta Colares?


De Ricardo a 1 de Agosto de 2008 às 11:49
Coroa de flores sim, numa princesa chamada Colares. Sentada na areia, ela comtempla o mar, protegida pela sombra da Serra. Tem cabelos de floresta, autóctones e exóticos, mas cortou os últimos com medo de serem queimados pelos incêndios. O rosto está junto ao mar, o cabelo na vila e o corpo, o doce corpo, sobe até Mafra. Colares de Sintra, assim se chama a princesa, ameaçada pelas invejas de pequenos autarcas e protegida pela sorte dos audazes. Sobrevivente de uma nobreza arruinada, mas com gostos de classe média. Bela, profunda, mas vestida de forma superficial para enganar aqueles que se contentam com uma breve carícia. Essa é a minha metáfora. Alguém quer conhecer esta Colares?


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