Soubesse eu conjugar as palavras por forma a que cada letra reflectisse um tom que conjugados tomassem formas e cores em tela e pudesse assim alto e bom som dizer o sentimento que pela minha Terra tenho. Ai se eu soubesse. Ai assim pudesse.
Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
Esta noite sonhei (VI)

Estava eu a dormir muito descansado, quando comecei a sonhar. Virei-me para o outro lado, pois sonhar deixa-me cansado, irritadiço e por vezes preocupado com as coisas sem nexo que entram dentro de mim. Eu perdi e o sonho triunfou em toda a sua magnitude. Aqui vai o que aconteceu... ou não.
Num país do chamado Antigo Bloco de Leste, a economia foi aberta à iniciativa privada. Mas aí começaram os problemas. Quando o negócio começa a apresentar resultados, a polícia financeira, apresenta-se ao proprietário e diz que a empresa vai ser nacionalizada porque o processo não foi bem conduzido. Apresentam um papel para os proprietários assinarem, que diz que oferecem o referido empreendimento. Se por acaso não há boa vontade para o documento ser assinado, o tom de conversa começa a ser pedagógico como por exemplo lembram que o empresário tem família, tem filhos, netos e depois desta lição as empresas passam com mais facilidade para as mãos do Estado.
Para finalizar, lembro-me de ouvir lá ao longe, que este país quer entrar para a NATO. Mas não é para admirar esta espécie de contradição, entre falta de democracia e bom entendimento com os USA, pois em tempos este país, deu a mão ao Iraque, sendo seu dirigente um ditador que mais tarde veio a ter um destino fatídico às mãos dos mesmos Estados Unidos da América, quando deixou de ser útil.
Não sei se isto se passa, passou ou virá a acontecer, só estou a contar tal e qual como me apareceu em sonho. E eu que nem o chamei. Shut vai-te embora, deixa-me dormir em paz.


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estupefactado por NunoCosmeMoreira às 20:35
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1 comentário:
De Nuno Saraiva a 24 de Fevereiro de 2008 às 12:37
Há um livro muito interessante de Boris Starling, que conta a história duma americana que em 1992 foi para a Russia, para conduzir a privatização da empresa nacional de produção de Vodka.
A produção era dominada por máfias, duas grandes máfias tinham vários negócios. A director da fábrica tinha grande poder sobre os empregados, que sendo russos eram contra a dissolução da URSS.
O problema é que a personagem principal é uma mulher de trinta, casada, e o director deposto é um charmoso quarentão de braços bem torneados.
Sem ser um best-seller, foi um livro que gostei de ler.
VODKA - Boris starling
http://jn.sapo.pt/2004/11/26/cultura/boris_starling_brinda_com_vodka.html


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