Soubesse eu conjugar as palavras por forma a que cada letra reflectisse um tom que conjugados tomassem formas e cores em tela e pudesse assim alto e bom som dizer o sentimento que pela minha Terra tenho. Ai se eu soubesse. Ai assim pudesse.
Domingo, 7 de Fevereiro de 2016
Esta noite sonhei (XVII)
É sempre a mesma coisa. Esta noite choveu, não dormi profundamente e sonhei.
Sonhei que os Partidos à esquerda queriam as 35 horas semanais já no princípio do ano e o PS só em Julho. Qual a s
olução encontrada? Plantaram notícias na comunicação social em que as 35 horas seriam só no final do ano.
Assim quando é anunciado que sempre vai ser em Julho, a esquerda fica calada e o 1º ministro aproveita para bater nos partidos à sua direita e na comunicação social que teria prestado um mau serviço de informação.
A comunicação social sente-se usada, mas como precisa da fonte dos políticos, não responde... por enquanto. Acredito que quando este governo começar a ter dificuldades, vão ajudar à festa.
Nada disto aconteceu, foi só um sonho.
Afinal, depois de acordar, vejo na televisão uma jornalista a dizer que o 1º ministro desautorizou uma entrevista do ministro das finanças ao jornal expresso. Pelos vistos, o que interessa é o António Costa ficar bem na fotografia. Começo a ficar Seguro disso.


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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016
O Toino de Janas convidou-me para o Carnaval

O Toino de Janas quando chegou ao pé de mim, como muitas vezes acontece...
- És o Rui? - Eu levanto uma sobrancelha e ele - Nuno?
- Sim - Lá está ele a brincar comigo penso eu com os meus botões. Entretanto vendeu-me uma «rifa», esta para o Carnaval do MTBA. Ele referiu só Magoito, e disse-me que eu fazia lá falta...
- Para quê?
- Para dançares - enquanto levantava os braços para exemplificar.
Afinal o Toino conhece-me mal. Eu a dançar, com estes pezinhos de chumbo!!!
Se calhar continuava a brincar comigo.



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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015
Esta noite sonhei (XVI)

Esta noite sonhei.
Sonhei que o PCP ia votar contra o orçamento rectificativo. Devo ter dado meia dúzia de voltas na cama para ver se essa ideia saía da minha cabeça, mas lá voltava tudo ao mesmo. O PCP ia votar contra o orçamento rectificativo e o PEV e o BE também não iam facilitar.
Então ao primeiro golpe de vento, os donos da geringonça vão com as calças nas mãos pedir ajuda aos partidos aos quais puxaram o tapete? E aqueles que estão na lapela dos donos da geringonça, aqueles que bradavam que havia estabilidade no terreno e a caranguejola ia ser tipo carro F1, na primeira necessidade de mudança de pneus nem conseguem colocar 4 rodas de carroça? 
E os largos sorrisos começam a dar lugar a cãibras e as pontas dos lábios dos proprietários do «F1» começam a descair com a força da gravidade. Gravidade das decisões que a fome de poder podem vir a dar mau resultado. 



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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2015
O Toino de Janas disse que vai ao almoço de aniversário da Banda BV Colares (2015)

Falei agora com o amigo Toino de Janas e disse-lhe que domingo vai haver almoço de (124º) aniversário da Banda de Colares, que se realiza nos Bombeiros de Colares.
«Já sabia, disse-me o teu primo»
«E vais lá almoçar?»
«Vou, mas não vou assim», apontando para a sua roupa.
«Então?» perguntei eu.
«Vou de gravatinha»...



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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2015
Esta noite sonhei (XV)

Se calhar sonhei. 

Com tudo o que tem passado já nem sei se foi esta noite ou noutra qualquer e só agora me lembrei ou se o sonho realmente aconteceu.

Numa aldeia distante, a Junta de Freguesia pediu aos habitantes que escolhessem a cor para se pintar o pavilhão gimnodesportivo.

Foram apresentadas quatro propostas diferentes.

A mais votada teve uma derrota estrondosa porque não conseguiu mais de metade dos votos.

Assim juntaram as outras 3 cores, que em conjunto obtiveram a maioria dos votos. Mas a mistura destas 3 cores resultou uma cor que ninguém tinha escolhido e mesmo alguns de um grupo que propôs uma das cores não gostaram deste resultado final !!!

Tenho agora a certeza que foi um sonho porque isto não lembra ao diabo nem tem jeito algum.



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Domingo, 25 de Outubro de 2015
Programa do 124º Aniversário da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

BBVC 124 Aniversario.jpg

 



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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2015
Esta noite sonhei (XIV)

Esta noite sonhei!
Sonhei que foi feito um inquérito sobre os gostos culinários, onde perguntavam às pessoas o que é que gostavam mais de comer:
36.8% responderam costeletas e batatas
32.4% escolheram peixe
10.2% preferiam alface
8.3% gostavam era de favas
Como havia falta de tachos, disseram que iam cozinhar em conjunto o peixe, a alface e as favas!!!
Houve um burburinho na sala, pois muitos diziam que nunca se tinha visto juntos tais ingredientes e que se soubessem que ia ser assim teriam escolhido outra coisa qualquer.
Não percebo porque é que tive este sonho, na vida real nunca seria possível acontecer algo semelhante!!!



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Sábado, 4 de Abril de 2015
Almoçagema?

Este é a imagem de um rótulo que já tenho há alguns anos. Só agora reparei que aparece escrito a palavra «Almoçagema».

Sendo a sede da empresa não acredito que seja erro tipográfico, pois alguém iria reparar.

ColaresPUBVinhoGONÇALO FB.jpg



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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2015
Festa em Honra de São Sebastião Colares 2015 - 16 a 20 Janeiro

SãoSebastião Cartaz 2015 A3.jpg

 



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Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2014
4 meses e 12 dias sem postar!!! Espero que o Estupefacto não feneça. Boas Festas

BoasFestas2014e15Estupefacto.jpg

 



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Terça-feira, 12 de Agosto de 2014
Festas de Colares 2014 em Honra de Nª Senhora da Assunção 14 a 17 de Agosto

Começa já 5ª feira 



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Domingo, 3 de Agosto de 2014
Colares, a teoria de Darwin aplicada ao vinho
Encontrado no http://fugas.publico.pt/Vinhos/337661_colares-a-teoria-de-darwin-aplicada-ao-vinho?pagina=-1
Por Pedro Garcias

Colares produz os vinhos mais caros do país, mas a região é tão pequena e tão difícil que cada garrafa de Malvasia ou de Ramisco ganha foros de raridade. As poucas que se produzem podem durar décadas. É a lei dos mais fortes.
Colares foi uma das regiões vitivinícolas que mais cresceram em Portugal nos últimos anos. A área de vinha passou de mais ou menos oito hectares para 12 a 15 hectares! Não é uma brincadeira. Existir ainda vinha em Colares é, por si só, algo admirável, porque estamos a falar de um lugar sujeito a enorme especulação imobiliária e onde fazer viticultura é tarefa de titãs. 
Resistir à fúria dos ventos marítimos e ao poder corrosivo das partículas de sal e extrair vinho da areia é uma heróica teimosia que perdura desde a chegada dos árabes a Sintra. Heróica porque, além de terem de lutar contra os elementos, os viticultores têm que suportar elevados custos de plantação e manutenção para obterem produções inferiores a duas toneladas por hectare. O primeiro grande desafio começa com a plantação. Esta exige que, numa primeira fase, seja retirada a areia até ser encontrado, a vários metros de profundidade, o solo argiloso, onde as varas são “unhadas” (entaladas na argila para enraizarem). As videiras crescem horizontalmente, coladas ao chão, num rendilhado de madeira, e são protegidas da influência marítima através de paliçadas de cana seca e muros de pedra solta. É muito trabalho para tão pouco vinho.
A zona demarcada de Colares compreende a praia da Adraga, parte de Almoçageme e Colares, Mucifal, Banzão, Rodizio, Azenhas do Mar, Fontanelas, Magoito, Casal de Pianos e praia da Samarra. Toda esta área foi um dia tomada pelo mar e com o recuo das águas marítimas sobraram terrenos cobertos de areia. Os vinhos de Colares, provavelmente sucedâneos dos vinhos da Azóia (Cabo da Roca), famosos em toda a Europa na Idade Média, devem a sua notoriedade e existência à casta tinta Ramisco, que terá sido introduzida na região no século XIII por ordem do rei D. Afonso III, talvez trazida de França.
É uma casta que origina vinhos de baixo teor alcoólico, com alguma complexidade aromática e bastantes taninos, cuja adstringência se vai esbatendo com o estágio em madeira e em garrafa. Para diminuir a sua agressividade, o regulamento da Região Demarcada de Colares permite a incorporação de 20% de outras castas da zona, de preferência Molar e João Santarém. Nos vinhos brancos, a casta principal é a Malvasia de Colares.

Cresceu graças à filoxera

O apogeu desta região começou a desenhar-se com a chegada a Portugal da filoxera, o insecto que, ao atacar a raízes das videiras, dizimou grande parte dos vinhedos do país. Antes mesmo de a praga ter sido controlada com a importação de porta-enxertos americanos, imunes ao insecto, verificou-se que as castas instaladas em chão de areia resistiam à filoxera, o que levou ao incremento da viticultura em Colares.
No início do século passado, quando o rei D. Manuel II concedeu a Colares o estatuto de região demarcada (1908), a área plantada de Ramisco rondava os dois mil hectares. Hoje, só restam os tais 12 a 15 hectares (os valores variam consoante se conte ou não toda a área afecta à vinha, como os muros de pedra). A produção anual é pouco superior aos 20 mil litros e está concentrada em quatro produtores: Adegas Beira Mar, Adega Regional de Colares, Adega Viúva Gomes e Fundação Oriente. O engarrafador oficial é a Adega Regional de Colares, que fornece a maioria do vinho. 
É tudo feito numa escala liliputiana, mas basta provar os vinhos para percebermos a grandeza e singularidade de Colares. É um caso único no universo vitivinícola nacional. Os vinhos de Colares – que Eça de Queirós considerava “os mais franceses” do reino – são raros e inconfundíveis. Aos brancos, salgados e de acidez viva, não há enófilo que fique indiferente. Os melhores são mesmo extraordinários. 
Aos tintos, menos consensuais, é necessário dar-lhes tempo e ter gosto por vinhos pouco alcoólicos, frescos e bastante tânicos, sobretudo em novos. Provar um Ramisco com quatro ou cinco anos é capaz de causar algum desconforto, mas beber um Ramisco bem apurado pelo tempo, com algumas décadas, pode ser uma experiência exaltante e inesquecível. O Viúva Gomes 1934, por exemplo. No nariz, já não mostra muito: alguma especiaria, uma ou outra nota mais química. Porém, na boca ainda revela garra tânica, frescura e subtilezas que só o cinzel do tempo pode criar. Não há muitos vinhos tintos tranquilos no mundo que consigam aguentar-se assim, vivos e inteiros, durante tantos anos. Colares resiste porque os seus vinhos resistem. É a teoria de Darwin aplicado ao vinho.

DEZ VINHOS, UMA REGIÃO
Em dez vinhos e menos de uma hora prova-se toda a região de Colares (não todas as colheitas, claro). Cinco brancos e cinco tintos, com preços que variam entre os 25 e os 30 euros, são o que o consumidor pode encontrar no mercado das colheitas mais recentes. Raridades, portanto.

Os brancos
Casal Sta. Maria Malvasia 2011
Notas de frutos secos, mel, algum tostado da madeira, grande austeridade e secura, acidez pungente, toque salgado delicioso. Um vinho extraordinário.
Fundação Oriente 2012
Um belo branco da Fundação Oriente, a entidade que mais tem investido na recuperação das vinhas de chão de areia de Colares. Nesta fase, lembra um fino de Xerês, seco, salgado e vivo, mas não tão vivo e fresco como o Casal Sta. Maria, por

exemplo.
Viúva Gomes 2011
Um grande vinho com um rótulo lindíssimo. Um verdadeiro ícone de Colares. Passou seis meses em barrica de madeira exótica. Possui uma acidez fantástica e tudo o resto que caracteriza os brancos da região: nervo, toque salgado, mineralidade, corpo enxuto e austero.
Arenae Malvasia 2011 
Branco da Adega Regional de Colares cujo vinho base está na origem da quase totalidade dos brancos da região (o que muda de casa para casa é o tipo de estágio que é dado ao vinho). É magnífico, embora não cause tanto impacto como Casal Sta. Maria ou o Viúva Gomes.
Monte Cascas Malvasia 2011
Um Colares original criado pela empresa Casca Wines a partir de uvas compradas a pequenos produtores. As uvas são prensadas suavemente e sujeitas a um processo de hiperoxigenação controlada. O mosto decanta a frio e fermenta depois totalmente em barricas usadas de carvalho francês, a que se seguem 11 meses de batonnage. O método contraria a tradição local e o vinho também foge um pouco do perfil da região, apesar da sua soberba acidez e textura salgada. Tem mais ou menos o mesmo volume alcoólico dos outros (11,5%), mas é mais gordo e estruturado. Possui potencial para durar muitos anos. Custa 35 euros, mas vale-os bem.

Os tintos
Arenae Ramisco 2006
O vinho base deste Arenae alimenta todos os engarrafadores da região. Feito pelo processo clássico de curtimenta, com desengace de 70% das uvas, fermenta primeiro em cubas de inox e estagia depois em grandes tonéis, numa primeira fase, e em barricas mais pequenas, numa fase posterior. O aroma está pouco efusivo (tem as notas típicas de ginja, resina de cedro e algum iodo) e o que marca a prova ainda é a agressividade dos taninos, a par de uma acidez volátil alta, também típica dos tintos de Colares (dizem que a volátil do Ramisco já nasce com as uvas). Com o tempo, os tintos de Ramisco tendem a refinar e a ganhar um bouquet mais rico, ao mesmo tempo que vão ficando mais elegantes e suaves.
Colares Chitas 2006
Tinto de Ramisco (90%) feito a partir do vinho base da Adega Regional de Colares ao qual o produtor Paulo da Silva junta um pouco de vinho próprio das castas Molar e Parreira Matias. Além de diferenciarem o vinho, estas duas castas amaciam um pouco os taninos do Ramisco e ajudam a antecipar o seu consumo. Já se pode beber sem fazer cara feia.
Casal de Sta. Maria Ramisco 2006
Vinho da Adega de Colares com fermentação e estágio diferentes. Está mais complexo, tanto no nariz como na boca. Termina cheio de garra e de frescura. Promete.
Viúva Gomes 2006
Está na linha do Arenae, de que descende, embora apresente uma fruta mais viva e cintilante.
Fundação Oriente Ramisco 2009 
Provém de uvas próprias e é o mais novo, o mais maduro, o mais ácido, o mais macio, o mais moderno e o mais apetecível de todos nesta fase.



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Quinta-feira, 31 de Julho de 2014
Sintra Paços Concelho 1934 Junho 24 NASCEU Grupo 93 Sintra Escoteiros

Alguém sabe qual a Banda que se vê em baixo à esquerda?
Peço desculpa não identificar onde encontrei esta imagem, pois não me lembro, que tinha como legenda o que coloquei em título.

SintraPaçosConcelho1934Jun24NASCEUGrupo93SintraEscoteiros



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Domingo, 22 de Junho de 2014
Cores da Bandeira Nacional estão na nossa Natureza

O País das «Armas e dos Barões Assinalados», não pode resumir o seu orgulho num jogo do pontapé na bola, 11 contra 11 e por vezes também contra os árbitros, como é useiro e vezeiro o Benfica (acção).
Alguém disse esta semana que «quem nasceu para carneiro, escolhe sempre um rebanho» e esse é um mal maior de muitos, não pensam por si, por isso replicam a maioria. 
Quando olho para o espelho, vejo um indivíduo que, por vezes, brinca com os riscas e os listas, só para conseguir acção/reacção, mas o seu interesse neste desporto é quase nulo. Preocupo-me mais, por exemplo, com aqueles que fazem questão de desrespeitar, um dos simbolos maiores de Portugal, como a Presidência da República, não percebendo que assim estão a faltar ao respeito a si próprios como portugueses.
Mas continuem a ir de fatos puídos aplaudir e heroizar esses atletas de eleição, que eles passam por vós a soprar nos seus carros último modelo.
Ide.
Ide ter juízo.


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Domingo, 1 de Junho de 2014
Largo Dr. Carlos França e a Rua da República em Colares de antigamente

Neste dia Mundial da Criança, presto-lhes a minha homenagem com esta antiga imagem de Colares tirada do telhado da Igreja Matriz. Antiga não só por estar a preto e branco, mas comprovado pelo facto das crianças que estão ali à frente, a brincar no meio da estrada, sem a preocupação da possibilidade de passar algum carro, dos quais nem um para amostra sequer estacionado. 
Pacato, antigo, memórias, só ama quem sente.



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Sexta-feira, 30 de Maio de 2014
Memórias visuais da Várzea de Colares

Podemos ver o barco de madeira, os carros antigos, algumas árvores já desaparecidas, as crianças de ontem que serão hoje vetustas personalidades da nossa Terra e a pérola desta imagem será porventura esta vedação que separa o passeio do próprio rio.



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Segunda-feira, 26 de Maio de 2014
Festa Nossa Senhora da Assunção em Colares dia 15 de Agosto de 1948

Pode ver-se a tabuleta do Talho de Artur Pinto.

Haverá, com certeza, alguém que saberá identificar o prior e mais algumas das pessoas que aparecem na foto.

 



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Quinta-feira, 22 de Maio de 2014
Igreja Matriz de Colares com algumas diferenças em relação à actualidade



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Segunda-feira, 19 de Maio de 2014
Comemorações do SLBenfica e do FCPorto em 2014

Do SLBenfica

António Costa abre as portas do município para o Benfica comemorar as suas conquistas futebolisticas. Vai ser uma corrente de ar naquele edifício com o corrupio dos clubes da capital a irem lá comemorar as vitórias das várias modalidades. A menos que em Lisboa o desporto reconhecido seja o pontapé na bola e o resto paisagem.

 

Do FCPorto

Assim se vê a influência de Rui Rio. Deixou de ser presidente da Câmara do Porto e o FCPorto continua a não comemorar as suas conquistas no edifício dos Paços do Concelho.



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Segunda-feira, 28 de Abril de 2014
Peixes reproduzidos em cativeiro «libertados» a 30 de Abril no Rio de Colares

Nos próximos dias 30 de Abril e 6 de Maio, o Aquário Vasco da Gama, o Centro de Biociências do ISPA e a Quercus, vão proceder à libertação no meio natural de mais de um milhar de peixes reproduzidos em cativeiro, acções que ocorrerão na ribeira de Colares (Sintra, dia 30) e no rio Arade (Alferce, dia 6). Os peixes a libertar pertencem às espécies Squalius pyrenaicus (escalo do sul; Em Perigo de extinção) e Iberochondrostoma almacai (boga do sudoeste; criticamente em perigo de extinção).

Este projecto, que conta ainda como parceiros a Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa e a Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos, está em curso desde 2008 com o objectivo reproduzir e manter populações ex situ de algumas das espécies de peixes de água doce mais ameaçadas no nosso país.
Os repovoamentos serão efectuados em troços dos rios de origem (dos indivíduos inicialmente capturados para reprodutores) que apresentem características favoráveis à sobrevivência e reprodução dos peixes. Sempre que possível, estes troços encontram-se associados a projectos de recuperação de linhas de água, envolvendo cidadãos e entidades que localmente efectuam uma monitorização mais ou menos formal destas bacias hidrográficas.
O projecto de reprodução em cativeiro está a ser desenvolvido no Aquário Vasco da Gama (organismo cultural da Marinha, Algés) e em instalações do ICNF geridas pela Quercus, localizadas em Campelo (Figueiró dos Vinhos).
Os cursos de água nacionais encontram-se sob forte pressão, estando muitos deles sujeitos a uma degradação extrema. Aos efeitos combinados das descargas de poluentes, urbanos e industriais, que contaminam os cursos de água com excesso de nutrientes, juntam-se verões prolongados e com pouca chuva, muitas vezes devastadores para os organismos fluviais. Adicionalmente, a proliferação de espécies invasoras, vegetais e animais e as más-práticas de intervenção nos habitats ribeirinhos, contribuem também para aumentar os riscos a que se encontram sujeitos, em termos de conservação, as nossas espécies de peixes dulçaquícolas.
Agenda:

Dia 30 de Abril – Libertação de Escalos-do-Sul (Squalius pyrenaicus) na ribeira de Colares, em Colares (Sintra)

09:00 às 12:00 – Aquário Vasco da Gama: contagem, marcação e transporte e adaptação dos exemplares nos recipientes de transporte.
13:00 - Partida para Colares.
14:00 – Chegada a Colares e libertação dos peixes na ribeira.

Escalo do Sul (Squalius pyrenaicus), espécie com estatuto de conservação “Ameaçada”. (Autoria: Carla Sousa Santos)

 

 

Dia 6 de Maio – Libertação de Boga-do Sudoeste (Iberochondrostoma almacai), no ribeira de Alferce, perto de Alferce (Monchique)
07:00 às 10:00 – Aquário Vasco da Gama: contagem, marcação e transporte e adaptação dos exemplares para o depósito da viatura.
10:30 – Partida para Alferce.
15:00 – Chegada a Alferce e libertação dos peixes no rio.

Texto: http://diariodigital.sapo.pt/



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Quarta-feira, 9 de Abril de 2014
Festival do Mexilhão, 18 e 19 de Abril das 16/24h, no Mercado da Praia das Maçãs

Por iniciativa da Junta de freguesia de Colares e com o apoio da Câmara municipal de Sintra, o Clube Recreativo da Praia das Maçãs e o apoio, de um grupo de associados, comerciantes locais e da Escola profissional Alda Brandão, vai ser organizado, pela primeira vez no concelho, o Festival do Mexilhão. Esta é uma boa aposta para dinamizar a economia e o turismo local, com a finalidade de atrair visitantes à freguesia.
Para além da gastronomia, este certame conta com animação constante.
A abertura está agendada para as 16 horas do dia 18 de Abril, no mercado da Praia das Maçãs.
ENTRADA GRATUITA.


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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014
Gravuras antigas da Várzea de Colares

Uma gravura, pela criatividade do autor, pela sua habilidade ou falta dela, poderá ou não ser uma promessa fidedigna da realidade da época em questão, como estas gravuras seculares, com as alterações impostas pelo tempo e/ou pelo Homem.
Se tivermos em conta a legenda da gravura maior, «Tanque da Várzea de Colares» e os ângulos da árvore que sinalizei em ambas as gravuras, com boa vontade podemos considerar que a gravura mais pequena, executado pelo Rei D. Carlos de Bragança em 1885, também corresponde à ponte da Várzea de Colares.
Os apoios laterais da(s) ponte(s) não correspondem, mas poderá ter havido alguma alteração ou então poderemos estar em presença da já referida criatividade dos autores. 

Ponte Várzea de Colares



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Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2014
Orientação. Escola EB2/3 de Colares no Panda Biggs

Gravado em Junho de 2013 mas sempre actual. 

 



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Segunda-feira, 20 de Janeiro de 2014
Festa em Honra de São Sebastião 2014 - Colares



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Quinta-feira, 16 de Janeiro de 2014
Concerto no 81º aniversário do Sport União Colarense



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Sábado, 14 de Dezembro de 2013
Concerto Natal Ardecoro 21 Dezembro na Igreja Paroquial de Colares pelas 21H30



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Sábado, 30 de Novembro de 2013
A João de Olivença, morador em Colares, confirmação do aforamento do chão que foi almoçavar dos Mouros de Colares, pagando de foro anual duas galinhas boas

Este aforamento foi feito na vila de Colares a doze de Dezembro de 1499, na presença de Fernão Martins, escudeiro da Casa d'el-Rei, e seu almoxarife no almoxarifado da vila de Sintra, e de Fernão Lopes, escudeiro do dito Senhor e escrivão do dito almoxarifado. Atendendo a que o rei tinha feito mercê por uma carta de fé e crença de D. Nuno, fidalgo da casa do dito Senhor, e seu almotacé-mor, que o meteu nessa posse. El-rei o mandou por D. Pedro de Castro do seu Conselho e vedor de sua fazenda. André Pires a fez.

Fonte: Arquivo Nacional da Torre do Tombo



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Sexta-feira, 25 de Outubro de 2013
122º Aniversário da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares



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Terça-feira, 15 de Outubro de 2013
Gravura muito antiga de Colares. 5 razões para pensar ser a Rua da República.

Encontrei esta gravura na Biblioteca Nacional, com a legenda «Colares».
Eu aventei que seria a Rua da República, o Nuno sugeriu a Rua da Abreja, a Aurora a Rua dos Marinheiros ao pé de onde mora o Hipólito...
Fui tirar uma fotografia, mais ou menos com o mesmo enquadramento, mas não fiquei satisfeito, porque estavam muitos carros!

Para mim é a Rua da República, pelas seguintes razões:
1 - A curvatura da rua, com as casas a acompanhar, coincide com a actual; 
2 - Em cima na imagem antiga, a parte mais escura sugere um conjunto de árvores:
3 - À direita o tamanho dos arbustos, árvores, minimiza o tamanho do muro de suporte de terras, mas é visível;
4 - Na gravura antiga, o edificado da direita, que parece ser do domínio público, coincide com o local onde hoje existe um chafariz. Podemos imaginar que seria um lugar de encontro, onde os animais e, quem sabe, as pessoas se poderiam dessedentar. Uma aparente incongruência é o facto do ano inscrito no chafariz ser 1894. Como a gravura será anterior, neste chafariz pode ter havido algum melhoramento e terem assumido essa data. 
5 - Em baixo, à esquerda é possível ver o começo da Rua da Abreja, com uma antiga porta, agora janela situada exactamente no mesmo lugar, e à direita sugere-nos o começo da Rua Fria e, ainda, mais perto de nós o começo do Largo Carlos França, também conhecido pelo Largo do Coreto ou Largo da Igreja. 



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Segunda-feira, 16 de Setembro de 2013
Visita ao Santuário Consagrado ao Sol e à Lua, no Alto da Vigia – Praia das Maçãs 20 Setembro pelas 11 horas

Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas organiza visita ao Santuário Consagrado ao Sol e à Lua, no Alto da Vigia – Praia das Maçãs no dia 20 de Setembro pelas 11H00, no âmbito das Jornadas Europeias de Património
Esta visita, destinada a todo o público interessado, será guiada por arqueólogos da equipa do Museu. Para além de proporcionar aos visitantes o contacto directo com a escavação em curso, será ainda facultada a interpretação daquele local no que concerne às suas diferentes ocupações ao longo dos séculos.
Data: 20 de Setembro (sexta-feira), pelas 11.00 horas;
Acesso: gratuito, mediante marcação;
Local de Encontro: Parque de Estacionamento da Praia Pequena, junto ao Hotel Quinta da Vigia.
(Texto encontrado na mural do facebook do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas) 



estupefactado por NunoCosmeMoreira às 19:25
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